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Actualidade Quem Disse

“[…] Continuo a pensar que seria muito positivo que houvesse passos dados por acordo entre entidades tão diversas, mas que têm o mesmo objectivo, que é o objectivo de uma melhor Justiça em Portugal, que fosse possível haver resultados práticos e que eles pudessem chegar ao Parlamento e que depois os partidos pudessem debater oportunamente durante a próxima legislatura.”
Marcelo Rebelo de Sousa

30 de Julho de 2017
In Diário de Notícias

“É ontológico. Nunca sabemos o que verdadeiramente nos move. Gostava de acabar os dias reconciliado com o mundo, e sobretudo saber que mundo foi este em que vivi e o que é a vida. Sei disso tanto agora que tenho quase 100 anos como quando tinha dois anos.”
Eduardo Lourenço

31 de Julho de 2017
In Público

“A Advocacia, como qualquer profissão, está, quando perspectivada no futuro, e até determinado ponto, sujeita à impossível equação da incerteza. Mas se há certeza pela qual nos temos de bater é a de que qualquer tentativa de mudança de natureza ou de forma de exercício da profissão que abdique do seu património genético transformará a Advocacia noutra coisa, para a qual terá de ser inventado um novo nome.”
Ana Rita Duarte de Campos

01 de Agosto de 2017
In Advocatus

“O que vemos, e isso vale para todo o sistema judiciário e para todas as instituições políticas, nos diversos estudos e inquéritos é a projecção de uma imagem negativa. Isso prende-se, naturalmente, com erros substantivos e de comunicação que assumimos, mas também com factores que se entrecruzam no quadro da ‘civilização do espectáculo’ global, tanto mais que os cidadãos que directamente contactaram com o sistema têm uma opinião positiva numa percentagem que, se não erro, ronda os 50%.”
José António Branco

05 de Agosto de 2017
In Diário de Notícias

“Quanto à lusofonia, temos um entendimento muito grande entre as culturas dos países que falam português e existem muitas coisas em comum e sobre as quais podemos trabalhar para construir objectivos comuns. É apenas isso, portanto deitar fora essa ideia dizendo que é neocolonialista é ridículo.”
Luís Filipe Castro Mendes

13 de Agosto de 2017
In Diário de Notícias

"Ninguém nasce a odiar outra pessoa pela cor da sua pele, ou pelas suas origens, ou religião.
As pessoas têm de aprender a odiar, e, se o conseguirem, podem ser ensinadas a amar."

Barack Obama

@BarackObama

“A civilização ocidental, hoje, tem quase tanto de cristã como de muçulmana. As influências da cultura islâmica são fortíssimas na cultura ocidental, tal como a cultura cristã e ocidental influenciou o que é hoje toda a cultura muçulmana. É um absurdo falar dessa dicotomia.”
Paulo Moura

15 de Agosto de 2017
In Notícias ao Minuto

“Também nós vivemos com a nossa pequena peste [“A Peste”, de Albert Camus], os nossos traficantes de influências, os nossos pequenos gangsters. Alguns deles estão presos, mas outros mantêm-se por aí, falidos, dizem eles, de uma forma que a maioria de nós não se importaria de estar.”
Henrique Monteiro

16 de Agosto de 2017
In Expresso

“É uma vergonha que ainda precisemos de dizer que os neonazis e os supremacistas brancos estão errados – como se isto não fosse óbvio.”
Mark Zuckerberg

17 de Agosto de 2017
In Notícias ao Minuto

“Tolerância zero para o fanatismo e para a indiferença. Mas também para as suas consequências de banalização do mal e de publicidade ad nauseam oferecida aos intolerantes e aos actos de terrorismo.”
António Bagão Félix

24 de Agosto de 2017
In Público

“Tudo isto seria normal e até relativamente caricatural não fossem os riscos de totalitarismos que se vão fazendo sentir e de termos uma opinião pública cada vez mais desinformada, amorfa e fácil de domesticar ao bel-prazer dos interesses político-económicos. Uma sociedade civil que se limite a ‘ler as gordas’ arrisca-se a ficar esquelética de conhecimento e a que os seus ossos sirvam de armas a injustas batalhas.”
André Lamas Leite

31 de Agosto de 2017
In Público

“Gostava de sensibilizar mais pessoas a integrar este grande lobby que eu gostava que se formasse em defesa dos direitos das crianças. […] E como ser criança é um estado que não se pode eternizar, porque rapidamente se tornam adultas, muitos casos de abusos sexuais não são revelados ou são revelados muito mais tarde. As crianças são influenciáveis muitas vezes. Os Magistrados têm de ver onde está a realidade, não se podem demitir dessa tarefa, dessa função.”
Dulce Rocha

02 de Setembro de 2017
In Diário de Notícias

[Porque é que os portugueses não acreditam na Justiça?] “Porque têm a consciência de que a Justiça erra vezes de mais. A Justiça não é infalível, nunca será. Somos humanos e, portanto, a existência de erros faz parte do sistema. Não é possível um sistema sem erros. O problema é que em Portugal, devido a uma cultura de formalismo, às vezes de preguiça em ir às questões substanciais, de fazer justiça, erra-se vezes de mais. Se me perguntar se em Portugal a Justiça na maioria dos casos acerta, digo-lhe, sem dúvida nenhuma, que acerta. 80% das decisões são com certeza decisões equilibradas e justas.”
Ricardo Sá Fernandes

03 de Setembro de 2017
In Expresso Online

“Participem na reflexão, que é necessária, sobre os motivos que possam explicar que Portugal, país com índices baixos de criminalidade e seguro (posição privilegiada nos rankings), tenha das mais elevadas taxas de privação de liberdade por 100 mil habitantes e de tempo de permanência na prisão entre os países da EU.” [Tomada de posse de novos Juízes do Supremo Tribunal de Justiça.]
António Henriques Gaspar

05 de Setembro de 2017
In Diário de Notícias

“A cultura da perfeição e do eruditismo tem levado a que os Tribunais, muitas vezes, se enredem e se deixem enlear em exercícios de erudição, citando-se uns aos outros, quando não a si próprios, sem que tal lhes tenha sido pedido.” [Tomada de posse dos novos Juízes do Tribunal da Relação de Lisboa.]
Orlando Nascimento

06 de Setembro de 2017
In Diário de Notícias

“A centralidade da independência dos Tribunais para a afirmação do Estado de direito e, em geral, para o funcionamento democrático da sociedade portuguesa exige que se faça um alargado e transparente debate, envolvendo o poder político e judicial, mas também a sociedade, sobre a concretização do princípio da independência dos Juízes e se e em que medida o Estatuto dos Magistrados Judiciais em discussão o poderá ameaçar.”
Conceição Gomes

08 de Setembro de 2017
In Público